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Gaúchos recorrem ao FGTS para garantir a casa própria

O volume de saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) no Estado aumentou 24,61% entre 2010 e 2012 para a aquisição da casa própria. O montante utilizado para esse fim, no ano passado, foi de R$ 668,4 milhões.

A economia estável, a queda do desemprego e aumento de oferta de linhas de crédito com juros menores fizeram com que o mercado imobiliário nadasse numa onda gigante de bons negócios. O conhecido “boom imobiliário” teve ainda uma ajuda das facilidades de utilização do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). No entanto, de acordo com o consultor imobiliário Rodrigo Karpat, o setor está começando a sofrer uma desaquecida. “A febre está diminuindo”, diagnostica. Segundo ele, os preços subiram demais e agora estão voltando à normalidade.

Em 2012, no Rio Grande do Sul, o total de saques do FGTS para casa própria foi de R$ 668,4 milhões. De 2010 a 2012, o volume aumentou 24,61%, de acordo com dados da Caixa Econômica Federal (CEF). Do total de todas as retiradas entre as modalidades permitidas, como aposentadoria, demissão sem justa causa, entre outros, 15% destinou-se apenas à moradia. No Brasil, somente para pagamento total ou parcial da aquisição de imóvel residencial, 552.071 pessoas empregaram os recursos do fundo, totalizando um saque acima de R$ 4 bilhões. Para as construções, o montante foi de R$ 467,3 milhões.

Em programas como o Minha Casa, Minha Vida, a população pode usufruir desse recurso. O fundo de garantia é um benefício que foi criado a partir de 1988 para todos os trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Antes disso, a opção pelo fundo era facultativa. O benefício não é descontado do salário, sendo recolhido pelo empregador no valor de 8% sobre o salário do trabalhador. O depósito pode ser feito até o dia 7 de cada mês.

Para a funcionária celetista do Instituto Geral de Perícia (IGP) Rejane Lima, o sonho da casa própria só se tornou possível graças ao FGTS. Com mais de 20 anos de recolhimento, em 2010 ela raspou a sua conta para dar de entrada na compra do seu imóvel, na zona Sul da Capital. Com os recursos do fundo, Rejane conseguiu diminuir a prestação em quase 50%. “Sem essa entrada, eu até iria conseguir comprar, mas a prestação iria ficar muito alta. Hoje, minha prestação é de R$ 600,00”, comemora.

O financiamento do seu sonho foi realizado pelo Banrisul, e as tramitações para o saque foram realizadas entre os agentes financeiros. Uma das modalidades de uso pouco conhecida é o abatimento mensal nas prestações. De acordo com o gerente do FGTS da Caixa Econômica Federal do Rio Grande do Sul, Leo Paludo, para esses casos que visam diminuir as parcelas mensais, o cliente preenche um formulário com o pedido junto ao banco do financiamento, mas precisa ter três anos de conta no fundo. No entanto, o pedido deve ser renovado anualmente e o abatimento é de até 80% do valor da parcela. “O agente financeiro comanda tudo isso, pois é feito eletronicamente e tem mensalmente, por um ano, aquele valor abatido das prestações”, comenta Paludo.


Fonte: jcrs.uol.com.br

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